quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Quero escrever o mundo e a história dos que não têm voz
Hoje tomei uma decisão. Vou começar a escrever, simplesmente porque gosto. As palavras emocionam-me. E penso que isso quer dizer alguma coisa. Talvez tenha um Dom e não o esteja a aproveitar devidamente. Para já, vou começar apenas a escrever porque gosto. E, quem sabe, um dia alguém venha a descobrir o que escrevo, gostando tanto de me ler como eu gosto de escrever.
O poder da palavra
A palavra é uma arma. Quando sai disparada na direcção de alguém, pode ferir.
Mas é também um bálsamo que, na dose certa, pode curar, amenizar, suavizar todos os males.
A palavra é poderosa. Ela ordena, ela condena, ela impõe, ela retira.
A palavra é o nosso bem mais precioso.
A palavra escrita, a palavra dita, a palavra ouvida.
As palavras são como penas que dançam ao vento.
As palavras emocionam-me!
São elas que me fazem rir, chorar, sentir.
São elas que me fazem falta quando não tenho palavras.
São elas que me dão força quando mais preciso dela.
São elas que me movem na busca do que quero encontrar.
Palavras leva-as o vento?
Pois ele que as leve numa bonita dança que eu fico aqui para ver.
Mas é também um bálsamo que, na dose certa, pode curar, amenizar, suavizar todos os males.
A palavra é poderosa. Ela ordena, ela condena, ela impõe, ela retira.
A palavra é o nosso bem mais precioso.
A palavra escrita, a palavra dita, a palavra ouvida.
As palavras são como penas que dançam ao vento.
As palavras emocionam-me!
São elas que me fazem rir, chorar, sentir.
São elas que me fazem falta quando não tenho palavras.
São elas que me dão força quando mais preciso dela.
São elas que me movem na busca do que quero encontrar.
Palavras leva-as o vento?
Pois ele que as leve numa bonita dança que eu fico aqui para ver.
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Desabafos salteados,
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