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| Jornal "Dica da Semana", edição regional Algarve, 24 de Julho de 2014 |
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Reportagem # 17
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Reportagem # 16
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quinta-feira, 17 de julho de 2014
Reportagem # 15
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quarta-feira, 16 de julho de 2014
Mulher (im)possível
Desejo-me sábia e serena
A mulher dos teus sonhos
Com voz fluente de pausas
E olhar firme de certezas
A tocar-te com palavras
Feitas de pele macia
Não serei mais a tempestade
Que irrompe na madrugada
Serei só um corpo em brasa
Um incêndio em teus lençóis
Serei sempre a tua casa
Serás sempre a minha âncora
Juntos seremos heróis
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Reportagem # 14
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quinta-feira, 3 de julho de 2014
Reportagem # 13
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Reportagem # 12
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
Errar para aprender
Conhecer-te é também conhecer-me. Entendo melhor os meus actos à luz das tuas reacções. Nas adversidades que ultrapassamos, descubro sempre novos limites e limitações, forças ocultas e fraquezas emergentes. Quero acertar o passo com a vida. Dançar mais e correr menos. Construir futuros acertados anulando erros passados. É em ti, como num espelho, que melhor me revejo. Para o bem e para o mal. Ensinas-me a ler pensamentos e a adivinhar vontades, a antever medos e a suportar fragilidades. Um amor, quando nasce, abre caminhos, quando cresce, faz florescer trepadeiras infinitas de chegar sempre mais alto e mais longe. É na distância que mais te encontro, em toda a falta que me fazes. A vida está cheia de estranhas réguas de medir sentimentos. Sei mais de mim sempre que te reconheço um erro. Hoje sei que errar é o pretérito imperfeito do verbo aprender.
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Reportagem # 11
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quinta-feira, 5 de junho de 2014
Reportagem # 10
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terça-feira, 27 de maio de 2014
A insustentável busca do prazer
Andamos a viver em função do momento de alívio. Na vida, todos os pensamentos vão
dar ao prazer. E sempre que ele acontece, o mundo pára. Há segundos que valem por anos, risos perpetuados
nos ecos da memória. Nesses momentos, estar-se vivo revela-se um milagre ainda
maior. Empreendemos dias e suores de esforço em prol de uns segundos de
libertação. Deixar de pensar, apenas sentir. A felicidade é aquele instante de
ilusionismo em que a percepção anula a preocupação. O tempo fica suspenso. Há
um dedo invisível que bloqueia a progressão dos ponteiros do relógio. O sorriso
rasga-se e o universo amplia-se. Nesse ápice, tudo volta a ser possível. Andamos
carentes de viver. À falta de tempo para vivências, somos perseguidos pelas lembranças. Antes de adormecer, eu volto todos os dias ao último lugar onde fui feliz. Era noite e a
minha almofada era o teu peito.
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Desabafos salteados
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Reportagem # 9
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