domingo, 11 de dezembro de 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Desabafos salteados #4
Na dúvida, segue o instinto. Conheces algum outro animal infeliz senão o Homem?
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Desabafos salteados #2
O sentido da vida é descobrir o que gostamos de fazer, interiorizando um espírito de missão. Depois, é fazer, fazer, fazer, até o fazermos bem. Garantimos a eternidade se nos distinguirmos pelo bem que fizemos no nosso tempo.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Desabafos salteados #1
O tempo envelhece depressa demais.
Quando encontro tempo para dizer bom dia, já é boa noite!
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
terça-feira, 25 de outubro de 2016
SobreViver - o melhor do Escrevo Porque Gosto em livro
Gratidão. A única palavra que me ocorre, ainda nas asas do sonho, é gratidão!
Estou grata a todos os que sempre me leram, que sempre acreditaram em mim, que sempre me incentivaram a continuar, a seguir em frente, a não desviar-me do meu caminho.
Estou grata ao Universo por nesse meu caminho ter colocado todas as pessoas certas, no momento certo, no lugar oportuno, para que tudo culminasse na realização deste sonho.
O caminho não tem sido fácil. Mas acredito, hoje mais do que nunca, que a determinação de um ser humano é a única chave capaz de abrir a porta da felicidade.
Precisamente 7 anos depois, um ciclo de vida depois, o melhor deste blogue ganha uma nova vida e passa para o papel. O livro chama-se SobreViver e estará brevemente disponível!
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
O momento
O que se demora acontece de repente. Na alegria do é agora,
todo o tormento da espera se esvai. Bendito seja o esquecimento! O tempo é tão
relativo quando se deseja o que não chega. Cada dia pode parecer um ano, cada
semana, uma eternidade. E quando surge o momento, aquele que alimentou suspiros
e sonhos, faltam as palavras. A perfeição é tão efémera quanto indescritível.
Quanto tempo dura a felicidade? Um momento. O beijo, até que em fim. A glória
ingénua do canudo na mão. A esperança eterna do sim no altar. O choro feliz que
dá à luz. O pódio. A ribalta. O suspiro que procede do livro editado. O
instante em que a vida, finalmente, acontece.
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Vida
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Âmago destemido
Coração
selvagem, porque não te aquietas? Porque insistes em bater dentro do peito como
um punho cerrado que suplica por ajuda urgente? A fúria de cada
pancada é uma dor líquida que se desfaz em sangue, que o corpo dilui e absorve
como um veneno. Coração vadio, corre desalmado, por caminhos sem volta, por
becos sem saída. Onde pensas que vais? Vai, perde-te, descontrola-te e volta
para mim, como eras dantes: pequenino músculo, dilatado nas surpresas infantis
da inocência.
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Desabafos salteados
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Um amor maior
Sinto
mais do que sou. Há um amor que me transborda e transcende. Um sentimento que me
esvazia e ao mesmo tempo me preenche. Prisioneira do silêncio, uma palavra tua
e serei salva. Não importa onde estás e o quanto te demoras. A minha paz nasce
da certeza que existes. Fecha os olhos e escuta a força do meu pensamento. Somos
dois focos de luz que na mesma direcção se fundem e ampliam. Só tu me conheces.
Só tu me compreendes. Só tu me podes libertar do aperto triste que o meu peito
carrega. Vem abraço fraterno, princípio de tudo, que nada teme ou receia.
Aperta-me confiante neste amor maior. Maior que a vida. Maior que a morte. Maior
que o tempo que conta a história dos homens.
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Desabafos salteados
terça-feira, 5 de julho de 2016
Repetidamente
Os dias passam,
repetidamente, num folhear rápido de calendário. Esgota-se o tempo em noites
insones e há amanhãs sonhados que teimam em não chegar. Com infinita paciência,
persistem as preces repetidas aos deuses surdos-mudos. Saúde aos doentes,
abundância aos carentes, curas de amor aos que não encontram remédio para as
tristezas mais profundas. Os prazeres efémeros, pagos com sacrifícios
extenuantes, valem o que valem. E, repetidamente, é o cansaço que toma conta de
nós, numa espiral de suor e lágrimas tão inutilmente repetida.
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Desabafos salteados,
Vida
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Realidade sonhada
Esta noite, realizei-me num sonho. Encontrei-te num lugar
incógnito a meio do sono. Abri-te a porta, estendi-te a mão e convidei-te a
entrar. Num impulso, saltaste a pés juntos para dentro do meu mundo inventado.
Aproximaste o sorriso e o olhar, até sermos apenas o beijo infinito, capaz de
nos despertar para a vida eterna.
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