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terça-feira, 26 de abril de 2016

A justiça (não) é cega

Depois da liberdade, a justiça é a dignidade maior que um homem pode experimentar. Que a vida é injusta e que o mundo é dos espertos, somos ensinados a crer. Mas há sempre um dia em que a esperteza não chega, a astúcia é traiçoeira, a raposa cai no seu próprio ardil e se faz jus à mais inocente das criaturas. Porque a verdade é lei, a mentira deve-lhe obediência.      

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