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sábado, 9 de abril de 2016

Redenção

Queria confessar-te que os sinos tocaram dentro de mim naquela noite. Desde o primeiro instante, olhei-te com um afecto inusitado, sem lugar para porquês. Surgiste como uma aparição. Um rosto divino tão harmonioso em todas as suas humanas imperfeições. Meio homem, meio Deus, digno de um pedestal. A ti dirijo a minha prece ajoelhada que em silêncio grita o teu nome, redentor. 

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