Não te quero ter mas não te quero perder. Sou um homem sério mas não quero nada a sério. Não me chames criança só porque eu me comporto como tal. Deixa de ser assim, tão querida e amorosa, que já estava habituado a ser maltratado pela minha ex. Para de ler tantos livros que fazes aumentar a minha ignorância. Se precisares de um ombro, chama o vizinho. Outra vez essa conversa? Lá por eu ser um parvalhão, não precisas ser tão chata. Não tenho nada para te dar, escusas de dizer que só me queres a mim. Tu mereces alguém melhor do que eu, só que não vais encontrar.
Saborear um fruto exótico pode ser uma experiência inesquecível mas longe do alcance de todas as carteiras Há quem diga que a melhor forma de conhecer um local e as suas gentes é deambular a pé pelas ruelas que se entrecruzam à nossa volta e visitar o mercado municipal. E foi isso mesmo que fiz no primeiro dia de visita ao Funchal. Saio do hotel, localizado no coração do centro histórico, e começo a atravessar ruas aleatoriamente. Começo por seguir pela principal e depois arrisco atalhos pelas perpendiculares, à procura de pessoas e de casas com portas e janelas entreabertas por onde possa espreitar. Liberto toda a curiosidade que se esconde em mim e dou-lhe trela. Quero que seja ela a puxar por mim e por isso deixo-me guiar pelo seu instinto. Sem que tenha andado mais de 500 metros, dou comigo à entrada do mercado municipal. Na fachada leio a inscrição “Mercado dos Lavradores”, mas depressa descubro que este mercado é sobejamente conhecido pelo mercado das flores. Basta atravessar o p...
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